Estou muito mais elucidada e descansada. Contudo, devo confessar que estou também muito chateada e com vontade de exigir ao Estado a devolução de todos os valores que lhe paguei pela frequência e conclusão do meu curso de Direito na Faculdade de Direito da Universidade Clássica de Lisboa e, ainda, uma indemnização por danos morais, já que, ao longo de todos estes anos, fui convencida do contrário do que defende o Senhor PGR cuja idoneidade lhe valeu ser um dos mais altos magistrados da Nação e, portanto, acima de qualquer suspeita ou Polvo.
quinta-feira, fevereiro 18, 2010
Tentar alterar a linha editorial de órgãos de comunicação ...
Estou muito mais elucidada e descansada. Contudo, devo confessar que estou também muito chateada e com vontade de exigir ao Estado a devolução de todos os valores que lhe paguei pela frequência e conclusão do meu curso de Direito na Faculdade de Direito da Universidade Clássica de Lisboa e, ainda, uma indemnização por danos morais, já que, ao longo de todos estes anos, fui convencida do contrário do que defende o Senhor PGR cuja idoneidade lhe valeu ser um dos mais altos magistrados da Nação e, portanto, acima de qualquer suspeita ou Polvo.
domingo, fevereiro 14, 2010
Feliz ano! E declarem-se vivos!
Hoje começa o novo ano lunar.
No calendário chinês e em vários países orientais hoje começa o ano do Tigre.
O calendário é lunar e não solar como no ocidente.
O Tigre é o animal que representa a coragem, a potência e a ousadia.
O Tigre traz-nos a ousadia de sermos quem somos.
De sermos livres e não participantes dos jogos de poder, das velhas crenças e das manipulações como forma de controlo sobre o outro.
Termos a ousadia e a coragem de deixarmos de estar condicionados ao(s) velho(s) sistema(s) global(ais) (políticos, económicos, sociais e familiares) e de sermos quem os demais nos exigem que sejamos, à custa do amor por nós mesmos, porquanto, abrimos mão da nossa autenticidade, amorosidade e espontaneidade para sermos aceites e amados pelos outros.
Aqui fica um vídeo feito pela minha amada Andarilha Estelar ou Carioca Praieira, como quiserem, com imagens, na sua maioria, de Gregory Colbert e palavras do índio andino quechua, Chamalú – numa tradução para o português do original em espanhol – e que nos remete à reflexão.
No que me diz respeito, sinto-me identificada com esta liberdade e com esta soberania.
Afinal o que a maioria de nós faz senão buscar o amor? Só que o buscamos fora de nós! E porque procedemos assim? Por falta de conexão connosco próprios e com o AMOR que temos dentro de nós e que tem estado sempre tão próximo como a nossa veia jugular.
Saboreio cada momento.
Antigamente me preocupava quando os outros falavam mal de mim.
Então fazia o que os outros queriam, e a minha consciência me censurava.
Entretanto, apesar do meu esforço para ser bem-educado, alguém sempre me difamava.
Como agradeço a essas pessoas, que me ensinaram que a vida é apenas um cenário!
Desse momento em diante, atrevo-me a ser como sou.
A árvore anciã me ensinou que somos todos iguais.
Sou guerreiro: a minha espada é o amor, o meu escudo é o humor, o meu espaço é a coerência, o meu texto é a liberdade.
Perdoem-me, se a minha felicidade é insuportável, mas não escolhi o bom senso comum.
Prefiro a imaginação dos índios, que tem embutida a inocência.
É possível que tenhamos que ser apenas humanos.
Sem Amor nada tem sentido, sem Amor estamos perdidos, sem Amor corremos de novo o risco de estarmos caminhando de costas para a luz.
Por esta razão é muito importante que apenas o Amor inspire as nossas ações.
Anseio que descubras a mensagem por detrás das palavras; não sou um sábio, sou apenas um ser apaixonado pela vida.
A melhor forma de despertar é deixando de questionar se nossas ações incomodam aqueles que dormem ao nosso lado.
A chegada não importa, o caminho e a meta são a mesma coisa.
Não precisamos correr para algum lugar, apenas dar cada passo com plena consciência.
Quando somos maiores que aquilo que fazemos, nada pode nos desequilibrar.
Porém, quando permitimos que as coisas sejam maiores do que nós, o nosso desequilíbrio está garantido.
É possível que sejamos apenas água fluindo; o caminho terá que ser feito por nós. Porém, não permitas que o leito escravize o rio, ou então, em vez de um caminho, terás um cárcere.
Amo a minha loucura que me vacina contra a estupidez.
Amo o amor que me imuniza contra a infelicidade que prolifera, infectando almas e atrofiando corações.
As pessoas estão tão acostumadas com a infelicidade, que a sensação de felicidade lhes parece estranha.
As pessoas estão tão reprimidas, que a ternura espontânea as incomoda, e o amor lhes inspira desconfiança.
A vida é um cântico à beleza, uma chamada à transparência.
Peço-lhes perdão, mas… DECLARO-ME VIVO!!!
terça-feira, fevereiro 09, 2010
Haja coração!

Também para muitos crentes, Deus é a entidade que criou todo o Universo e até outros que venham a surgir.
Se isto fosse vontade de Deus que, segundo os cristãos é infinitamente bom, para "salvar" alguns “mataria” 200.000? Porque não salvar todos, já agora?
É mesmo infinitamente bom, este Deus demasiado exigente com os seus “filhos”, que quando se portam mal, não fazem o que ele quer e procedem em desacordo com os seus mandamentos, os destrói e condena ao fogo eterno?
Quer dizer, se a grande maioria de nós que, segundo as várias igrejas e/ou religiões, somos simples humanos, conseguimos perdoar aos nossos filhos as maiores atrocidades que eles possam cometer, um espírito superior, infinitamente bom, é capaz de condenar os seus “filhos” ao fogo eterno sem que estes precisem ter cometido nenhuma atrocidade bastando, para tal, que cometam os pecados da “gula”, da “preguiça” ou da “luxúria”.
Sendo estes três pecados gravíssimos porque pertencem ao rol dos 7 pecados mortais, eles são, sobretudo saborosíssimos!
Ora, a ser assim, este Deus só pode ser um ditador da pior espécie e um grande sádico. Não há dúvida que o Saramago tem toda a razão!
Este Deus que, segundo alguns, tudo criou, tudo controla e tudo destrói quando lhe dá na real gana, mete-nos à frente das "fuças" o paraíso tropical, o bolo de chocolate e outros prazeres, como o sexo e, esfregando as mãos de contente (imaginação minha) nos exige que permaneçamos num open space com ar condicionado e cheio de gente uma porrada de horas por dia porque o trabalho é que induca*; quer que comamos frugalmente umas coisitas, e temos muita sorte porque os pobrezinhos nem isso têm; mesmo podendo ter um carro topo de gama e uma vivenda no Restelo ou na linha do Estoril, ele decidiu que devemos contentar-nos com o carrito utilitário e o apartamento na periferia; e, ainda por cima, obriga-nos a fazer sexo só para procriar, não é um gajo do mais sacana possível?
Mas, é neste Deus atemorizador, louco, sádico, que não perdoa e com muito mau feitio que muitos crentes – sem sequer questionarem – acreditam!
E mais, acreditam que no Universo há privilégios e escolhidos por Deus e, que, a todos é de igual modo exigível que sejam bons, maravilhosos e fantásticos de modo a atingirem, numa vida que em média é de 75 anos, a meta da perfeiçao e, em consequência, da ida para o céu!
Como se pode exigir a todos o mesmo objectivo, se à partida as chances não são as mesmas quando, por exemplo, uns nascem bonitos, ricos e saudáveis e outros feios, pobres e doentes e/ou deficientes?
Normalmente atribui-se aos cristãos a frase “Deus está dentro de nós!”. Ora, aqui está algo com que estou de acordo! Contudo, não sei se a interpretação que faço desta frase é a mesma que a dos cristãos em geral. Acho mesmo que muita gente tem medo do verdadeiro significado desta frase.
Se Deus está dentro de nós, isso quer dizer que Deus não é uma entidade abstracta que se encontra “do lado de fora”!
Então, se Deus não está fora de nós e, sim, dentro de nós, concluímos que somos divinos, ou melhor, cada um de nós é Deus!
Muitos cristãos ficam chocados quando ouvem isto e eu não entendo porquê, pois, segundo o Salmo de Davi 82.6 o Mestre de Nazaré disse: "Vós sois deuses!". E, mais, segundo João 12;12 Jesus acrescentou, referindo-se aos milagres que lhe atribuíam: “Em verdade vos digo que aquele que crê em mim também fará as obras que faço, e as fará maiores do que estas.” que traduzindo livremente para modernês** é algo assim: "Eu sou Deus como vós sois, portanto, somos irmãos. Então, acreditar em mim é acreditar em vós. Ora, se eu faço isto tudo agora, daqui a 2000 anos, meus amados irmãos, se acreditarem na vossa divindade, vão fazer muito mais, capice?"
Jesus também terá dito: "Vocês devem converter os vossos corações” que de novo em modernês significa algo assim: “Mudem os vossos padrões de vida e crença, baseados apenas no pensamento e no raciocínio! Sintam e oiçam os vossos corações e permitam a sua expressão no vosso dia a dia! Garanto-vos que serão mais felizes. Mandem, pelo menos de vez em quando, o estupor da mente para as calendas!”. Em vez do "Penso, logo Existo!" porque não tentam antes o "Sinto, logo Sou!"?
Colocadas as coisas desta forma, julgo poder aceitar que este homem saiu dos escombros desnutrido, desidratado, mas vivo, ao fim de quase um mês, obviamente, desafiando toda a lógica da ciência tradicional (felizmente há ciência credível que se debruça em mais do que lógica) apenas porque o desejou com todo o seu coração e o Deus que nele reside – e não aquele que destila ódio – fez o resto!
Cada vez mais me convenço de que somos mesmo espíritos tendo uma experiência humana e não humanos tendo uma experiência espiritual!
Namasté!
quarta-feira, fevereiro 03, 2010
"O fim da linha" (*)

A não publicação deste artigo tem estado a dar burburinho apesar de, para muitos, o conteúdo do artigo cheirar a coscuvilhice saloia de vizinhas que não têm o que fazer.
O problema, é que estas situações de censura à livre expressão jornalística e televisiva, da parte dos governos de Sócrates, são demasiado censuráveis para não lhes darmos a devida atenção.
No tempo da ditadura, usava-se o lápis azul. Quase 36 anos depois, neste Portugal do tão apregoado Estado de Direito Democrático, opta-se pelo apagão!
A questão não está no conteúdo do artigo que pode até ser alvo de crítica no sentido de se considerar que só a ele, Mário Crespo, diz respeito e, por isso, não ser notícia.
O problema coloca-se, mais uma vez, na censura. O artigo não foi publicado! E não acolhe a desculpa de que não foi publicado porque a notícia era uma não notícia!
Mas é mesmo uma não notícia?
Num país onde os jornalistas são “problemas” que têm de ser (e são) “solucionados”, um artigo como o de Mário Crespo, deve ser encarado apenas como uma questão pessoal que não deveria torna-se peça jornalística?
Não me parece!
(*)Título do artigo de Mário Crespo
segunda-feira, janeiro 25, 2010
Pandemias, crises e outros "terrores"!

Afinal, uns meses depois, parece que eu e outros como eu estávamos certos, ou seja, a montanha pariu um rato ou, melhor dizendo, um leitão!
A OMS tem uma energia tão velha que também já está a cair de podre!
A falta de credibilidade que começam a ter instituições como a OMS, consideradas há muitos anos "acima de qualquer suspeita" não me surpreende. De há uns tempos a esta parte que é do conhecimento de muita gente, em que me incluo, que isto iria acontecer. E ainda a procissão vai no adro!
quinta-feira, janeiro 21, 2010
Someone up there loves them!

Ontem, no Jornal da Noite da SIC, emitido às 20h00, ainda sobre o terremoto no Haiti e quando era noticiada uma réplica de 6,1 na escala de Richter, um médico era entrevistado e dizia, literalmente estupefacto, não entender como ao fim de 7 dias ainda tinham sido encontrados no meio de um montão de escombros dois irmãos muito feridos, mas com vida.
O “pobre” homem dizia que em toda a sua experiência, como médico, nunca assistira a nada parecido e, que, medicamente, no sentido biológico e científico, era impossível que tal coisa pudesse suceder.
Quando o entrevistador lhe perguntou como, então, ele explicava a sobrevivência dos dois irmãos que no meio dos escombros foram arrancados à morte ao fim de uma semana, o médico com um ar algo contrafeito disse que não havia uma explicação científica para isso e, portanto, deveria ser um milagre, acrescentando: “Someone up there loves them!”.
Ainda bem que acredito na existência de algo mais para além desta densa e difícil terceira dimensão, senão lá ficava eu, meio baralhada, a tentar encontrar uma porrada de argumentos para mim própria, – por vezes tão sem sentido como os utilizados pelos crentes fundamentalistas – só para continuar teimosamente a justificar a minha posição de descrente fundamentalista. Olha só a trabalheira que eu iria ter!
quarta-feira, dezembro 23, 2009
Desta Copacabana ...


quarta-feira, novembro 18, 2009
A verdade de todas as mentiras!
“Estes políticos e gestores são uma cambada de ladrões!”
“Assim Portugal não vai a lado nenhum!”
“O Sócrates é um aldrabão! O filho da mãe está em todas e depois ainda se arma em virgem ofendida!”
quarta-feira, novembro 11, 2009
Portal 11.11.11 (11.11.2009) ...
Hoje, também se comemora o dia de S. Martinho. E, ao conhecer a história deste santo, não posso deixar de fazer a ligação entre a sua coragem e o seu enorme amor - numa época em que o medo e a falta de amor imperavam - e o portal de hoje.
S. Martinho nasceu no ano de 316, na Sabária da Panónia (Hungria). Seu pai era oficial do exército romano. Aos 12 anos, contrariando a vontade dos pais, tornou-se cristão. O pai contrapôs-se terminantemente a essa decisão do filho, alistando-o no exército romano, julgando que o convenceria a deixar de ser cristão.
Diz a lenda que quando um cavaleiro romano de nome Martinho andava a fazer a ronda, viu um velho mendigo cheio de fome e frio, porque estava quase nu. O dia estava chuvoso e frio, e o velhinho estava encharcado. O cavaleiro Martinho era bondoso e gostava de ajudar as pessoas mais pobres. Então, ao ver aquele mendigo, ficou cheio de pena e cortou a sua grossa capa ao meio com a espada, deu metade da mesma ao mendigo e partiu. Pouco depois, a chuva parou e apareceu no céu um lindo Sol, dai falar-se no verão de S. Martinho.
Mais tarde Martinho abandonou o Exército e fez-se baptizar por Santo Hilário de Poitiers. Entregou-se à vida de eremita, fundando um mosteiro em Ligugé, França, onde vivia sob a orientação de Santo Hilário. Ordenado sacerdote, foi mais tarde aclamado bispo de Tours (371). Tornou-se um grande evangelizador da França, verdadeiramente pastor, fundando mosteiros, instruindo o clero, defendendo a causa dos oprimidos e deserdados deste mundo. Morreu no ano de 397.
Quer se acredite ou não na lenda de S. Martinho, quer se seja crente ou não, religioso ou não, a verdade é que esta é uma bela história de compaixão e de amor.
Olhem para dentro de vós. Lembrem-se de quem são!
segunda-feira, novembro 09, 2009
Acorda Menina!

segunda-feira, outubro 26, 2009
Ainda o incidente Maitê Proença
quarta-feira, outubro 21, 2009
Esta Lisboa que eu amo



Lisboa - Rua Augusta (foto retirada da net)
Lisboa acaba de ganhar três dos troféus do World Travel Awards. São eles:
- Melhor Cidade Europeia Para Uma Escapadela (Europe's Leading City Break Destination)
- Melhor Cidade Destino de Cruzeiros Europeus (Europe's Leading Cruise Destination)
- Melhor Destino Europeu (Europe's Leading Destination)
Podem conferir aqui.
Lisboa "arrisca-se" ainda a ganhar a difícil final do World Travel Awards no próximo dia 08 de Novembro em Londres.
Para quem acha que a Europa é só Paris, eis a resposta.
terça-feira, outubro 13, 2009
Carta aberta a Maitê Proença
Sem deixar de me interrogar com a falta de assunto de real importância com que a maioria da imprensa portuguesa parece conviver, não posso deixar de aqui expressar a minha opinião sobre algo que, pela sua natureza, é passível de criar ódios de estimação entre dois povos com muito mais em comum que possa uni-los do que babaquices que possam desuni-los.
Sou portuguesa, adoro o Brasil, a sua cultura e o seu povo e, em minha opinião, as piadas que no Brasil se contam sobre os portugueses, nada mais são do que a prova de que alguns brasileiros são muito ignorantes, preconceituosos e sofrem de um tremendo complexo de inferioridade e de uma enorme baixa estima, o que não deixa de ser lamentável.
A sua tentativa vã de ter graça à custa dos portugueses apenas demonstrou que a Sátira e a História não são o seu forte.
De facto, a quantidade de asneiras que você diz em poucos minutos é assustadora.
Para começar, Salazar esteve no poder 42 anos e não 20 - infelizmente para nós portugueses - tendo sido substituído por Marcelo Caetano que manteve a ditadura por mais 6 anos.
Satiriza com Sintra sem saber que esta tem dezenas de monumentos históricos e que toda aquela região é Património Mundial da UNESCO.
Nem passa pela sua pobre cabecinha que Sintra foi, no passado, um centro de reuniões para muitos escritores, revolucionários e ordens herméticas. É por esse motivo que Sintra está repleta de símbolos que despertam – em qualquer pessoa que tenha frequentado a escola básica – no mínimo, curiosidade. De facto, Maitê, o 3 virado para o lado direito é um símbolo esotérico muito conhecido mas, pelos vistos, você desconhece e nem procurou conhecer. Preferiu, antes, a piada fácil e boçal.
Você não faz ideia do que é um estuário, pois não? É que se fizesse, de certeza que entenderia a razão pela qual os portugueses chamam ao Tejo, "mar".
Junto do túmulo de Camões, localizado no interior da Basílica do Mosteiro dos Jerónimos, você fez piada com este e atreveu-se a brincar com o estilo arquitectónico Manuelino enfatizando o "Manuel" que é o nome com que alguns brasileiros se referem de forma depreciativa aos portugueses.
Maitê, em Portugal fala-se português, portanto, para nós não existe a palavra mouse e sim rato.
Os hotéis, pelo menos em Portugal, não têm qualquer obrigação de reparar equipamentos pessoais dos clientes, sejam eles quais forem.
Por fim, você remata este triste vídeo com um final para o qual nem encontro adjectivo. A cuspidela era mesmo escusada e foi de muito mau gosto.
A única coisa que você conseguiu com o vídeo foi alimentar o preconceito já existente entre os dois países. Sim, porque o riso, você só o conseguiu junto das outras pobres ignorantes que também faziam parte do programa - sinceramente não entendo como o GNT deixou ir para o ar uma coisa destas.
Maité, faça um favor a todos os portugueses, nunca mais ponha os pés por estas bandas porque você é "persona non grata" (se não souber o significado, em qualquer site de latim na internet há a tradução).
Caso sinta um pouco de vergonha e, por esse motivo, se interesse por perceber um pouco mais da realidade portuguesa, comece por ler este post cujo texto foi escrito e o PPS traduzido do inglês para o português por uma conterrânea sua que deve sentir-se muito entristecida com a sua atitude, pois é alguém que admira Portugal e os portugueses.
quarta-feira, outubro 07, 2009
Sedução & Manipulação

Estamos muito acostumadas a ligar manipulação à demagogia e/ou discursos políticos. Assim como à publicidade, etc.
Mas já percebeu em seu redor um manipulador?
Já viu que estratégia usa?
Têm algumas tão obvias que a gente se dá conta muito rapidamente.
Mas têm outras que são estratégias muito bem articuladas.
Dizem que o melhor crime é aquele que as pessoas juram que não foi um crime.
Percebe a sutileza?
Pois existem manipuladores que a gente não os vê como tal!
A gente só percebe quando algo muito impactante acontece.
Ou, até, quando a desilusão irrompe como uma tempestade e nos damos conta que fomos, na melhor das hipóteses, enganadas.
Hummm tem a ver também com sedução, não?
Um manipulador na maioria das vezes é um sedutor.
Ou seja, usa de belos artifícios para te enganar, os quais muitas vezes são tão bem engendrados que enganam mesmo e levam anos, já não te enganando, mas manipulativamente te dominando.
Parece óbvio não? Parece simples não?
Consideramo-nos como tão inteligentes e perspicazes que nos achamos imunes as estratégias manipulativas e as consideramos, inclusive, tolas.
Tolas?
Não mesmo!
As palavras sedução/manipulação não parecem sinônimas, pleonasmo ou até redundância?
Então vamos lá dissecar os termos:
Sedução: encanto, graça, beleza, amabilidade, capacidade de encantar o outro com o fim de atingir determinados objetivos.
Manipulação: Um meio de ganhar o controle ou influência sobre os outros através de métodos persuasivos ou argumentos retóricos.
Parecem idênticos, mas são diferentes em seu conteúdo.
Porém, o manipulador muitas vezes é sedutor e vice-versa.
Manipular equivale a manejar.
Bom, somente os objetos são suscetíveis de manejo. Posso utilizar qualquer objeto para as finalidades que me serão úteis. Uso, troco por um melhor, descarto, guardo, etc.
Manipular é tratar uma pessoa ou grupo de pessoas como se fossem objetos, a fim de dominá-los facilmente. Essa forma, na maioria das vezes, ganha o upgrade de um rebaixamento, um aviltamento (muito usado em processos de tortura e de tirania).
Manipula, aquele que quer vencer e que atua astutamente sobre nossos centros de decisão, a fim de nos arrastar a tomar as decisões que favorecem seus propósitos.
Um sedutor/manipulador usa, entre outras, a estratégia de tornar o manipulado/seduzido facilmente dominável, passivo, não criativo, com pouca capacidade de observação crítica.
Sabemos que a linguagem é o maior meio para nos comunicarmos, e o mais arriscado.
De acordo com seu uso, a linguagem pode ser terna ou cruel, amável ou displicente, difusora da verdade ou propagadora da mentira. A linguagem oferece possibilidades para, em comum, descobrir a verdade, e proporciona recursos para tergiversar as coisas e semear a confusão.
Basta conhecer tais recursos e manejá-los habilmente, e uma pessoa astuta pode dominar facilmente outras pessoas se estas não estiverem de posse de uma boa capacidade de discernimento.
Na linguagem existem palavras e expressões consideradas exponenciais.
Uma palavra exponencial tem o poder de prestigiar as palavras que dela se aproximam e desprestigiar as que se opõem ou parecem opor-se a ela.
O manipulador ao usar os termos exponenciais sabe que, ao introduzi-los num discurso, estarão favorecendo o impacto, e muitas vezes intimidando. Seus interlocutores talvez não exerçam seu poder crítico e aceitem ingênua e/ou amedrontadamente o que lhes é proposto, com medo de não ser adequado, ou mesmo de ser ridicularizado.
Um exemplo de palavra exponencial é liberdade. Vejam por aí como se utiliza este exponencial para, inclusive, ocultar o verdadeiro sentido da ação proposta.
As palavras podem deturpar os fatos. Desta forma, a versão vale mais que o fato.
E um manipulador sabe muito bem disso.
Sabe que do uso dos termos decorre uma interpretação errônea dos esquemas que articulam a idéia ou os fatos.
Stalin, afirmou o seguinte: "De todos os monopólios de que desfruta o Estado, nenhum será tão crucial como seu monopólio sobre a definição das palavras. A arma essencial para o controle político será o dicionário".
Um manipulador utiliza diversos meios para dominar alguém sem que este perceba. Por exemplo, difundir algo sobre uma pessoa, seja verdadeiro ou não, e negar-lhe o direito de expressar sua versão, manipulando a própria versão dos fatos e induzindo ao seu redor apenas esta versão.
Podemos afirmar que isto é uma forma de tirania, não?
Uma outra maneira é neutralizar quem percebe suas intenções manipulativas, isolando-a, entre outros meios, pela maledicência, ou pela ridicularização.
Esta forma de manipulação - através da censura e da contra informação - é a mais eficaz e, por isso, a mais utilizada pelos estados ditatoriais sobre a população.
Outro dado importante é que o manipulador, prestigiado por algumas ações e/ou por auto-propaganda que dá de si uma imagem de inteligência, aporta como menos inteligentes os que o contradizem, seja com agressividades disfarçadas para exercer domínio manipulativo no que expressa, ou seja pelos termos utilizados para impor o que pensa utilizando-se de palavras exponenciais.
O grande teórico da comunicação MacLuhan cunhou a expressão: "o meio é a mensagem", ou seja, não se diz algo porque seja verdade; toma-se como verdade porque se diz.
Manipulação midiática existe aos montes, manipulação política idem, mas a manipulação pessoal é muito mais difícil de perceber, pois ela esbarra em nossa presunção de nos acharmos imunes a tal.
Seja qual for o caso, a nós cabe ter um pouco mais de discernimento, de análise dos fatos e do que conhecemos dos envolvidos em qualquer que seja a situação.
quinta-feira, outubro 01, 2009
Pequena guerreira estamos contigo e com tua família neste momento muito difícil
OM MANI PADME HUM
http://www.youtube.com/watch?v=TDUdT5z_CBU&feature=related
(Este vídeo não pode ser aqui colocado por questões de autoria mas sugiro vivamente que seja visto através deste link)
Com Amor
Duca e Andarilha
quarta-feira, setembro 30, 2009
Impeachment?

segunda-feira, setembro 28, 2009
Eleições - Saindo da Matrix II

Eu, sentada no meu sofá namorando a minha amada através da net – depois de me ter deslocado uns bons quilómetros “para exercer o meu direito de voto” (uma frase que tem tanto de bonita como de banal) através de um nulo – vou olhando para a televisão observando aqueles olhares e sorrisos de alegria aparvalhada, os braços no ar, o agito das bandeirinhas e não consigo deixar de pensar na facilidade com que se manipula o povo que, como animais amestrados, seguem o líder na esperança de terem uma vida melhor, sem se aperceberam que se não fizerem por si, ninguém o fará!
O sentimento que me assola o coração não é um sentimento egóico do tipo “a esperta sou eu porque já não alinho em sistemas políticos e menos ainda em lideranças”. É um sentimento de profunda pena e compaixão. Pena, porque, tal como há milhares de anos, o povo continua a ser desrespeitado e manipulado pela classe que detém o poder. Compaixão, porque, apesar disso, o povo continua a acreditar que a solução dos seus problemas está num sistema, governo ou líder.
Acreditam que as soluções vêm de fora. Rejeitam olhar para dentro de si e, aí, encontrar as habilidades que lhes são inerentes de modo a descobrirem as soluções. Rejeitam a soberania e a responsabilização individuais mas aceitam cegamente a soberania do Estado, do Governo, do Líder para os responsabilizar caso vejam defraudadas as suas expectativas.
Depois é vê-los seguindo, uma vida inteira, uma determinada solução – que não é a sua e sim a que adoptaram dos seus progenitores, familiares e/ou educadores – sem se atreverem a criticá-la porque convencidos que defendem a melhor de todas. Aliás, vivem tão convencidos de serem os mais espertos que acham que os que defendem outros sistemas e/ou líderes são uma cambada de burros!
Quanta arrogância, quanta cegueira, quanta surdez!
sexta-feira, setembro 18, 2009
Voto Nulo - Saindo da Matrix

quarta-feira, setembro 09, 2009
09.09.09 ...
Não deixam a miúda em paz!

Por este raciocínio, concluo que o jamaicano Usain Bolt que no mesmo campeonato do mundo fez nos 100m o tempo de 9,58s, nos 200m 19,19s e nos 4x100m é decisivo para a vitória do seu país, é um Alien!
Mas não é assim, pois não? Estas questões só se colocam quando se passam com mulheres! Aceitam-se no desporto super-homens mas não super-mulheres!
Os senhores da IAAF estão com medo de quê? De que um dia as mulheres possam vir a ter, nas várias áreas do desporto, tempos tão bons – ou, quiçá, melhores – que os dos homens?
É isso, não é? Seus medricas!

